Damas e Dramas
Damas e dramas; O dia em que o vento me surtou
Sabe quando a cabeça borbulha de ideias, mas o universo conspira contra?
Pois é, meu cérebro resolveu fazer uma greve de escrita. E a culpa? Do vento! Sério, o que o vento tem a ver com minhas palavras?
Na verdade, a culpa é do meu osso mastóide, que resolveu me dar uma dor de cabeça das grandes. Com uma infecção daquelas, qualquer som alto vira uma tortura, e o vento, bem, ele parece ter um novo hobby: assombrar meus ouvidos. Chega a ser irônico, né? Tantas palavras na cabeça, e eu só consigo ouvir um ruído chato. E as fonéticas das palavras que somem? Às vezes, só entendo o que a pessoa diz se meu cérebro já tiver a voz gravada. É um show de horrores diário!
Mas relaxa, não é sobre isso que vou reclamar hoje. Enquanto luto para que as palavras não se percam, meu notebook decide entrar na festa da conspiração e simplesmente não ligar.
Olha que beleza! Uma batalha épica entre a tecnologia ultrapassada e as palavras que querem nascer. Dá um estresse que dá vontade de explodir... mas, como dizem, estresse resolve? Não, mas pelo menos é uma desculpa para fazer um drama.
Enquanto espero o milagre, penso: 'Vou escrever no celular'. Mas logo me lembro de algo ainda melhor: papel e caneta. A dupla infalível! A caneta desliza, o papel me abraça, e de repente, me esqueço do vento, do estresse e do notebook... até que, por um milagre, ele resolve ligar.
Escrevo, faço um café e me preparo para a segunda parte da batalha: a digitação. Falando nisso, onde será que ficam as palavras que a gente não escreve? Por hoje é só.
Não espere de mim um texto sério, porque sou uma escritora dramática de carteirinha. E já que o drama é inevitável, por que não torná-lo divertido? Crie seu próprio drama, mas nunca se esqueça de ser uma dama. Uma dramática dama!"

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